uma autêntica tour(neira) no restaurante “Lisboa Cheia de Graça” (o Bairro Alto é Convosco)

120 shows no restaurante “Lisboa Cheia de Graça”

PROVAVALMENT não haverá mais bip shows ou quaisquer outros, a curto prazo, no restaurante “Lisboa Cheia de Graça” que 

está fechado para férias até ao dia 18 Fev. 2015, voltando a abrir reestruturado e com um novo formato a partir d0 dia 19 em diant . O bip show esteve em CENA neste restaurante/bar, entre jun’ 2014 e fev’ 2015, tendo sido realizados cerca de 120 shows. Obrigado!

Retratos de Picasso reimaginados como esculturas. Por Omar Aqil

Para sua série Character Illustrations, o diretor de arte e ilustrador Omar Aqil usa os retratos pintados de Pablo Picasso para inspirar recriações digitais. Aqil espelha o estilo cubista do artista, coletando objetos metálicos e brilhantes discretos na forma de rostos de humanos ou animais. O artista digital paquistanês também faz referência a obras específicas de Picasso em sua série MIMIC, na qual cria peças e esculturas futuristas misturadas com elementos de design de interiores. Você pode ver mais de suas reflexões digitais inspiradas por pintores famosos e movimentos históricos da arte no Instagram e no Behance. 

diferenças entre músico amador vs profissional

hoje acordei com uma ressaca kualker k me faz pensar k a minha chance é ir à procura de bares

(diferenças entre músico amador vs profissional) – a musica como uma obrigação

de repente fiquei com a sensação de ver pela primera vez, a música como uma obrigação (e pensei em escrever um post sobre ” diferenças entre músico amador vs profissional “)

desde os 14 anos, kuando comecei a tocar, sempre vi a música como um prazer e não como uma obrigação. Sempre que toquei em bares, bandas, restaurantes etc… foi sempre como músico amador. Kuando um gajo é mais novo (ou mais velho), tens uma banda de garagem, ou tens o teu próprio projecto a solo e óbvio, um dos passos iniciais é procurar sítios para tocar. Pelo contrário se és profissional entregas isso ao manager.

deste modo sobretudo se é projekto de covers, o único caminho a seguir, logo depois de preparares o repertório, é procurares bares. Não há outro sentido. Não há muito mais a fazer para além de uma página no facebook; gravas uma demo se for kaso disso; ou crias algum estacionário, pões à prova o teu lado de designer num cartão com o teu nome como músico.

(diferenças entre músico amador vs profissional) – a banda de originais

diferentemente, a banda de originais, tem um trabalho mais profundo. Neste sentido há um trabalho importante ao nível da composição, do estúdio, e até do estudo. Claro k tocar ao vivo é sempre um objectivo em qualquer dos casos. Por exemplo na música mais popular, pop, mainstream ou comercial, etc

vais numa de te divertires, talvez ganhes uns trocos pelo meio. Pelo menos komigo foi sempre assim. Embora nunca tenha posto de parte a chance de algum dia, poder ter uma rede de bares kom shows regulares.

com uma pequena rede de 3 ou 4 bares já dá para tirar um ordenado. Viver como músico. Um músico com shows diários, já consegue tirar tipo uma espécie de um salário razoável, ou até um salário acima da média

mas comigo nunca foi exactamente assim. Sempre deixei os covers dos bares e restaurantes (k é um dos poucos mercados na música que pode dar para tirar alguma nota)  um pouco mais para trás.

pela frente aparecia sempre uma banda de originais, uma daquelas em que temos de tocar à borla se keremos dar a ouvir a nossa própria música. Lá está mais uma vez o músico amador a vir à tona. Neste caso gasta-se dinheiro em vez de ganhar

onda vai onda vem, banda vai restaurante vem, e lá vou eu à procura de sítios para tokar. Falava com os donos dos bares e, caso marcássemos uma data, agarrava no carro e lá ia eu fazer uma audição, ou um show/teste

emprego normal vs emprego como músico (diferenças entre músico amador vs profissional)

onda vai onda vem, emprego vai call center vem.. Entretanto vida transporta-nos e o “job normal” acompanha sempre o músico amador

se souberes inglês, ou com o tradutor, vê aqui este interessante artigo sobre o porquê da música estar a tornar-se cada vêz mais numa actividade menos lucrativa –> LINK

inegavelmente lá está. Um tipo desde pequeno é habituado a ver estas koisas como um luxo. Mesmo kuando se esforça em ensaios, compra de instrumentos, deslocações etc etc.. Na 2ª feira de manhã lá está o músico no emprego. Obedecer ao patrão! Dizer sim todos os dias!!

no entanto hoje acordei com uma ressaca kualker k me faz pensar k a minha única hipótese é ir à procura de bares

embora job felizmente eu tenho aktualmente. No entanto como muitos outros, infelizmente sou um precário trabalhador de call center .

desta forma uma necessidade urgente de ganhar algum money extra surgiu-me pela frente. Deve-se este facto a ordenados baixos nos call centres nos últimos anos. Sobretudo no período da troika, mas ainda hoje em 2019 apanho com ondas de choque. A vida nos call centers piorou bué e acho que só há pouco tempo está em recuperação.

enfim resumindo, dar explicações eu já não dou há uns anos. Ou seja teria e rever matéria. Então está fora de questão; Por exemplo arranjar outro part-time tipo como taxista uber vai dar-me horários tão incompatíveis como sendo músico na noite. E mesmo sou algo kontra a uber.

entretanto feitas contas de somar e subtrair, as devidas análises e conjekturas. Pensando bem a minha melhor chance é tokar em bares de novo. Tentar fikar residente num que me dê um extra para compensar os malefícios da troika e da noite